“Todo autista tem direito reconhecido por lei e não deve abrir mão disso”, diz Dra. Nádia Ribeiro
Advogada alerta sobre benefícios legais e reforça a importância do acesso à informação
A afirmação de que todo autista tem direito reconhecido por lei e não deve abrir mão disso ganha destaque na fala da Dra. Nádia Ribeiro, que orienta famílias e responsáveis sobre garantias legais frequentemente ignoradas. A especialista reforça que o desconhecimento ainda impede muitas pessoas de acessarem benefícios fundamentais.
Direitos que precisam ser conhecidos
Segundo Dra. Nádia Ribeiro, pessoas com autismo possuem direitos assegurados que vão além do básico. Entre eles, destaca-se a isenção de IPVA, além de descontos na compra de veículos novos. No entanto, há uma condição clara: o automóvel deve ser utilizado em benefício da pessoa autista.
Além disso, a advogada chama atenção para o acesso ao Benefício de Prestação Continuada, conhecido como BPC Loas. Esse auxílio garante um salário mínimo mensal para pessoas com deficiência que comprovem baixa renda.
Como solicitar o benefício
A especialista orienta que o primeiro passo é realizar o cadastro no CadÚnico da cidade. Esse registro é essencial para a análise socioeconômica. Em seguida, o pedido pode ser feito diretamente pelo Instituto Nacional do Seguro Social, seja presencialmente, pelo site ou via telefone 136.
De forma prática, o processo também pode ser iniciado pelo aplicativo Meu INSS, que facilita o acesso aos serviços e reduz a burocracia.
Informação ainda é o maior desafio
Apesar das garantias legais, muitos brasileiros ainda desconhecem esses direitos. Isso gera um cenário preocupante, onde benefícios importantes deixam de ser solicitados. Dra. Nádia Ribeiro destaca que a informação é a principal ferramenta de transformação.
Ela enfatiza que famílias e responsáveis precisam buscar orientação confiável. Além disso, reforça que o acesso à informação deve ser democratizado, especialmente em temas que impactam diretamente a qualidade de vida.
Consciência e ação caminham juntas
Ao reforçar que todo autista tem direito reconhecido por lei e não deve abrir mão disso, a advogada não apenas informa, mas provoca uma reflexão necessária. O direito existe, mas só se torna real quando é exercido.
Portanto, a orientação é clara: buscar informação, compartilhar conhecimento e agir. Afinal, garantir direitos não é apenas uma questão legal, mas também uma responsabilidade social.




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