“A justiça brasileira está na vanguarda da inteligência artificial”, afirma Thomas Cerrini
CEO da Ancora Imparo destaca revolução tecnológica no Judiciário e impacto da IA na agilidade dos processos
A tecnologia está transformando o rosto da justiça brasileira. E quem garante isso é Thomas Cerrini, CEO da Ancora Imparo, empresa responsável pelo projeto Super Aprendizagem, que vem revolucionando a forma como o Judiciário atua no país. Em entrevista exclusiva, Thomas Cerrin destacou como o uso da inteligência artificial está tornando os processos mais rápidos, eficientes e humanizados.
Inteligência artificial a serviço da justiça
Segundo o executivo, desde 2023 a empresa atua com foco na capacitação de profissionais do direito, ensinando-os a utilizar ferramentas como ChatGPT, Gemini e Claude em suas rotinas jurídicas.
“Nosso objetivo é treinar juízes, promotores e defensores para usarem a inteligência artificial de forma ética e responsável. Isso tem reduzido o tempo dos processos e aumentado a produtividade”, explicou Thomas Cerrin.
O método desenvolvido pela Ancora Imparo tem gerado resultados expressivos. Em 2024, pela primeira vez na história do Poder Judiciário, mais processos foram resolvidos do que iniciados; um marco atribuído, em grande parte, ao uso estratégico da IA.
Tecnologia brasileira com impacto global
Cerrini ressalta que o método é 100% brasileiro. A criação é do juiz federal Dr. George Marmelstein, do Ceará, que idealizou o treinamento inicialmente para seus colegas de magistratura. Com o sucesso, a metodologia se expandiu para tribunais estaduais, federais e superiores em todo o país.
“Hoje, a justiça brasileira é referência mundial em eficiência e inovação. Já levamos essa tecnologia para países como Coreia e Espanha, mostrando que o Brasil pode liderar esse avanço”, afirmou o CEO.
Redução de erros e mais precisão nas decisões
Além da agilidade, o uso da inteligência artificial tem ajudado a reduzir erros judiciais.Thomas Cerrin explica que as ferramentas podem auxiliar juízes e assessores na análise de informações e na tomada de decisões mais assertivas.
“Se essa tecnologia existisse há alguns anos, muitos erros judiciais poderiam ter sido evitados. A IA contribui para uma justiça mais precisa e humana”, destacou.
Um novo olhar sobre o futuro da justiça
Na visão de Thomas Cerrini, o futuro do Judiciário passa por três pilares: velocidade, eficiência e credibilidade.
“Queremos mudar a forma como o cidadão enxerga a justiça. Hoje, muitos evitam recorrer ao sistema por medo da morosidade. Nosso papel é mostrar que isso está mudando”, reforçou.
Ele acredita que, nos próximos anos, os processos se tornarão ainda mais rápidos, com julgamentos em tempo recorde e maior transparência. “Estamos próximos de um modelo em que a tecnologia será uma aliada direta da verdade”, completou.
Onde acompanhar o projeto
Profissionais do direito interessados em conhecer o treinamento podem acessar os perfis oficiais no Instagram @superaprendizagem.
Neles, estão disponíveis informações sobre cursos, eventos e novas aplicações da inteligência artificial no setor jurídico.
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