Anitta vence processo de plágio por Funk Rave e a Justiça confirma: A mulher é o próprio sucesso!
Depois de meses de fofoca, gringos revoltados e manchetes tentando achar um escândalo, a Justiça dos Estados Unidos bateu o martelo: Anitta não plagiou ninguém
Pois é, Funk Rave é dela, dos produtores dela e de mais ninguém.
A história começou quando dois compositores, Giorgio Trovato e Giuseppe Di Caccamo Jr., decidiram dizer que Anitta teria copiado uma música deles chamada Sácalo, de 2007. O detalhe? Na época, Anitta tinha 14 anos, morava no Rio e provavelmente estava mais preocupada em estudar e ensaiar coreografia da Beyoncé do que em ouvir Sácalo.
Mas mesmo assim, eles acharam que valia um processo. Nos Estados Unidos, claro. Porque tudo que é confusão com brasileiro de sucesso vai parar lá.
O juiz ouviu, comparou e disse: “Gente, não tem nada a ver”
O juiz K. Michael Moore analisou o caso e foi bem direto: não há provas de que Anitta tenha tido acesso à música original.
Ou seja, sem acesso, não tem como copiar.
E sobre as supostas semelhanças? Ele disse que as coincidências eram genéricas demais. Tipo a palavra Sácalo, que aparece nas duas faixas. Mas convenhamos, é igual acusar alguém de plágio por usar “uh la la” ou “baby” na música.
Resumindo, o processo foi arquivado e Anitta saiu vitoriosa.
A Poderosa vence mais uma!
Sem precisar fazer textão no Instagram, sem drama. A Justiça resolveu e acabou.
O recado foi claro: pra acusar de plágio, precisa provar duas coisas. Que o artista teve acesso à obra original e que há uma cópia criativa real.
No caso de Funk Rave, nenhuma das duas rolou.
Enquanto isso, o hit continua rodando o mundo, e Anitta segue colecionando vitórias na música e fora dela.
Moral da história
Anitta venceu mais um capítulo da novela “ninguém aguenta ver o sucesso alheio”.
E agora, com o carimbo da Justiça americana dizendo que Funk Rave é original, fica a dúvida: será que o próximo processo vai ser por inveja mesmo?




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