“É direito do pai, mas o afeto da criança com a avó pode pesar na decisão judicial”, diz a Dra. Nádia Ribeiro, sobre o filho de Marília Mendonça

Advogada dos famosos analisa o caso da guarda do filho de Marília Mendonça e destaca a importância do afeto no Direito de Família

O Jantar Prosperar G10 das Favelas, realizado na noite de segunda-feira, 23 de junho, no sofisticado Hotel Rosewood, em São Paulo, reuniu personalidades engajadas em causas sociais. Entre os convidados estava a advogada Nádia Ribeiro, conhecida por sua atuação jurídica junto a celebridades e pelo trabalho voluntário que desenvolve por meio da Comissão de Ação Social da OAB.

Danilo Rasquinho entrevista Nádia Ribeiro no evento

Durante o evento, o jornalista Danilo Rasquinho, do portal The Date News, conversou com a doutora Nádia Ribeiro, que destacou o papel do Direito como instrumento de transformação social. “Participar de um evento como esse é maravilhoso. Temos sempre esse compromisso com as pessoas que precisam, mesmo quando não mostramos aquilo que doamos”, afirmou.

A advogada, que possui mais de 13 anos de atuação e soma centenas de milhares de seguidores em seu perfil @dranadiaribeiro.oficial, também comentou a relevância de iniciativas como a do G10 das Favelas, grupo que promove impacto social e econômico em comunidades de baixa renda. “A Comissão de Ação Social da OAB trabalha exatamente com esse olhar humano, de acolhimento e transformação”, destacou.

Guarda do filho de Marília Mendonça é analisada por especialista

A entrevista também abordou um dos assuntos mais comentados da semana: o pedido de guarda unilateral feito por Murilo Huff, pai de Léo, filho da cantora Marília Mendonça. Segundo Nádia Ribeiro, o caso ainda corre sob segredo de Justiça, mas ela esclareceu os principais pontos do debate.

“Legalmente, o pai é o sucessor da mãe. Se ele pediu a guarda unilateral, o juiz vai analisar as provas e avaliar se existe também uma relação afetiva consolidada com a avó, dona Ruth”, explicou. Atualmente, a criança vive com a avó materna desde o falecimento da cantora.

Afeto e estabilidade emocional influenciam decisões judiciais

A advogada enfatizou que o afeto emocional e o histórico de convivência entre a criança e a avó podem sim influenciar a decisão do juiz. “Se o vínculo afetivo com a avó for muito forte, isso pode pesar bastante. A Justiça olha para o melhor interesse da criança”, afirmou.

Segundo ela, a guarda unilateral permite que apenas um dos responsáveis legais tenha a custódia da criança, enquanto a compartilhada divide essa responsabilidade entre os pais ou avós. “É importante lembrar que o direito é do pai, mas o bem-estar da criança é o centro da decisão”, concluiu.

Para acompanhar mais conteúdos sobre temas jurídicos, atualizações legislativas e bastidores da atuação com celebridades, acesse o Instagram oficial da doutora: @dranadiaribeiro.oficial.

Apresentador, jornalista e influenciador com vasta experiência em conectar marcas, pessoas, empresas e negócios. É CEO e Editor-chefe do portal “The Date News”, sendo uma figura presente e atuante nos meios artístico e corporativo.

Publicar comentário