“Não tem palavras para descrever isso”, diz Giovani Fialho ao ser reconhecido pela ABRASCI na Casa de Portugal
Sacerdote Espiritual vindo do Rio Grande do Sul foi condecorado pela ABRASCI no grau Cavaleiresco de Comendador em solenidade cultural e acadêmica em São Paulo
A tarde de 10 de fevereiro de 2026 marcou um encontro simbólico entre espiritualidade, história e reconhecimento público na Casa de Portugal de São Paulo. No terceiro andar da Biblioteca Ricardo Severo, a Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura, a ABRASCI, reuniu acadêmicos, autoridades e convidados para uma cerimônia solene. O jornalista Danilo Rasquinho, pelo Portal iG e Th
e Date News, acompanhou cada detalhe do evento e registrou a emoção de um dos homenageados mais comentados da noite, o sacerdote espiritual Giovani Fialho.

A programação não se limitou à entrega de medalhas. A ABRASCI também realizou a Solenidade de Posse Acadêmica do jurista Ives Gandra Martins e lançou a obra coletiva “Exponentes das Ciências Jurídicas: homenagem da ABRASCI ao Dr. Ives Gandra Martins”. O livro reúne reflexões de juristas e intelectuais e reforça o compromisso da instituição com a preservação da memória jurídica brasileira.

Quem é Giovani Fialho e por que foi homenageado
Giovani Fialho atua como sacerdote espiritual há anos e afirma trabalhar para ajudar pessoas em questões financeiras, amorosas e emocionais. Ele relata que seu atendimento alcança brasileiros em diferentes estados e também pessoas em outros países. Segundo a ABRASCI, a Medalha e Comenda Homens de Honra foi criada em 2005 em parceria com a Polícia Militar de São Paulo para reconhecer cidadãos de conduta considerada exemplar.
No ofício oficial enviado ao homenageado, a academia destacou atributos como probidade, coragem e virtuosidade. A indicação de Giovani partiu da acadêmica Zaine Assaf e recebeu aprovação dos Conselhos Diretor e de Honrarias e Méritos

A emoção de vir de longe
Durante a cobertura, Giovani Fialho ressaltou que viajou diretamente do Rio Grande do Sul exclusivamente para participar da solenidade. Para ele, o reconhecimento representa mais do que um prêmio individual. “Eu fico muito feliz, porque não é um reconhecimento somente para mim, mas para toda a minha religião e para todas as pessoas que ajudei ao longo da vida”, afirmou.

Ele também destacou o peso simbólico de receber a medalha em São Paulo, especialmente em um evento ligado à história cultural e intelectual do país. “Receber das mãos de pessoas que fazem parte da história do Brasil é um mérito que poucas pessoas têm”, acrescentou.




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