“A vida merece ser brindada”, diz Val Marchiori ao encerrar a última sessão de quimioterapia
A socialite encerra o tratamento contra câncer de mama com emoção, champanhe e agradecimentos à equipe médica do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, transformando um momento clínico em celebração pública de fé, coragem e superação
Na tarde desta quinta-feira, (05/02) Val Marchiori viveu o que definiu como seu “dia da vitória”. Após meses de tratamento contra um câncer de mama diagnosticado em agosto do ano passado, ela concluiu seu ciclo de quimioterapia no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Em registros compartilhados nas redes sociais, a socialite apareceu na cama do hospital, cercada por profissionais de saúde, familiares e amigos, enquanto estourava um champanhe. O clima era de alívio, emoção e gratidão.
Além da celebração visual, Val conversou com Danilo Rasquinho, que acompanhou parte desse momento e registrou o sentimento vivido por ela.
“Val, dia da vitória, né?”, questionou Danilo. Ela respondeu emocionada. “Que dia, cheio de emoção, gente. Nossa, eu nem acredito que acabou, né?”.
A luta transformada em aprendizado
Val fez questão de reforçar que cada sessão de quimioterapia representou uma batalha pessoal. Segundo ela, não houve romantização do processo, mas sim reconhecimento do esforço físico e emocional envolvido.
“Só que tem que passar, por isso que a luta, cada químio é… tipo assim, é uma vitória mesmo, eu consegui”, declarou à reportagem.
Ao mesmo tempo, ressaltou que não enfrentou esse caminho sozinha. Danilo Rasquinho esteve ao seu lado em um dos dias mais simbólicos do tratamento.
“Essa foi a última, o Danilo passou o dia comigo”, contou ela, demonstrando confiança e afeto pelo jornalista.
Atravessando a Paulista cantando vitória
Após a sessão, o momento ganhou contornos ainda mais marcantes. Val e Danilo atravessaram a avenida Paulista de carro, em clima de celebração.
“Olha, foi muito emocionante. Teve tudo. Atravessamos a Paulista inteira cantando vitória ao carro”, relatou ele.
Val complementou rindo. “Olha, todo enfeitado, que lindo”.
Essa cena simbolizou não apenas o fim do tratamento, mas também a retomada do controle sobre sua própria história.

A frase que virou símbolo
No centro dessa jornada, uma mensagem se consolidou como lema de vida. A vida merece ser brindada apareceu nas redes sociais e se repetiu ao longo de sua celebração.
No hospital, ao lado dos enfermeiros, ela reafirmou o significado dessa frase. Mais do que um brinde, tratou-se de um posicionamento público sobre valorização do tempo, da saúde e das relações humanas.
Milhares de seguidores reagiram com mensagens de apoio, transformando sua experiência individual em inspiração coletiva.

Recado para outras mulheres
Durante a conversa com Danilo Rasquinho, Val direcionou sua fala às mulheres que enfrentam desafios semelhantes.
“A mulherada aí, você deu uma lição de vida, né? Show da vida. Qualquer coisa não pode tirar a alegria da gente”, afirmou.
Ela também reforçou a importância da prevenção. “Hoje tem cura e a gente se prevenir, fazer nossos exames”.
Para Val, o controle emocional foi decisivo. “É isso. A nossa cabeça que comanda tudo, gente, de verdade”.
Fé, ciência e apoio
Ao longo do processo, Val conciliou espiritualidade e tratamento médico. Agradeceu repetidamente a Deus e à equipe do Albert Einstein, reconhecendo o papel essencial dos profissionais de saúde.
Fotografou-se com enfermeiros e médicos, chamando-os de “maravilhosos”. Esse gesto reforçou uma postura ética de valorização daqueles que trabalham nos bastidores da cura.
O que vem pela frente
Com a quimioterapia finalizada, Val inicia uma nova fase de acompanhamento clínico. Exames periódicos e monitoramento seguem sendo necessários, mas o peso emocional diminui significativamente.
Ela já anunciou que haverá a “festa da vitória”. “Vai ter já já festa da vitória. Já foi”, disse sorrindo ao encerrar a conversa com Danilo Rasquinho.
A trajetória de Val Marchiori ultrapassa o universo do entretenimento. Entre lágrimas, risadas, fé e champanhe, ela transformou um momento de dor em narrativa de resistência.
Ao compartilhar sua vulnerabilidade, abriu espaço para diálogo sobre prevenção, diagnóstico precoce e saúde mental.
Assim, provou que coragem também se constrói publicamente e que, sim, a vida merece ser brindada.






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